As agências de viagens armazenam dados sensíveis de clientes e parceiros e isso as torna alvos de crimes digitais. Em 2026, além das tradicionais formas de ataque como ransomware (sequestro de dados) e malware (software malicioso), estão se intensificando ameaças mais sofisticadas e especializadas. As fraudes via inteligência artificial (IA), phishing, comprometimento de contas e golpes de engenharia social estão entre os principais perigos para o setor. Segundo relatórios de segurança, o phishing permanece como uma das formas mais comum de golpes e quatro entre 10 empresas se preocupam com os ataques cibernéticos.
Outra grande ameaça em 2026 e que também pode afetar o setor de turismo é o crescimento dos ataques via e-mail corporativo. Nessa modalidade, os golpistas usam e-mails que parecem legítimos para obter informações ou para gerar cobranças que parecem reais.
Alguns relatórios recentes mostram que ataques que exploram credenciais roubadas ou comprometidas aumentaram drasticamente, permitindo que criminosos gerenciem e-mails empresariais para desviar pagamentos, dados ou informações estratégicas.
O avanço da inteligência artificial também tem acelerado a evolução dos ataques. Atualmente, algumas ferramentas permitem que até criminosos sem muitas habilidades técnicas consigam realizar ataques de phishing altamente personalizados. Além disso, as deepfakes, tanto de áudio quanto de vídeo, simulam vozes e rostos reais para manipular funcionários ou clientes, inclusive em chamadas e videoconferências que podem ser usadas para solicitar autorizações ou transferências financeiras.
Golpes em plataformas online e sites falsos são outra realidade preocupante. Há golpistas que criam agências de viagens fictícias para oferecer pacotes com preços abaixo do mercado. Entretanto, ao realizar a compra, o cliente fornece dados pessoais e financeiros que são usados de forma fraudulenta e frequentemente a compra é cancelada ou não efetuada.
As técnicas tradicionais como ransomware continuam evoluindo e uma das formas usadas é o criminoso utilizar a chamada dupla extorsão: além de criptografar os dados, ameaça divulgar informações roubadas. Para uma agência de viagens, isso pode significar a exposição pública de dados de clientes e parceiros, gerando processos regulatórios e perda de confiança.
Diante desse cenário, é fundamental que as agências adotem medidas de proteção. Isso inclui:
- treinamento constante de funcionários para identificar e-mails suspeitos;
- uso de autenticação multifator para reduzir riscos de credenciais comprometidas;
- monitoramento contínuo de acessos e atividades suspeitas;
- investimento em soluções de segurança que integrem prevenção, detecção e resposta rápida.
Clique aqui e acesse o nosso blog
Diante desse cenário, o Sistema Leady para agências de viagens se torna um aliado estratégico, pois ele ajuda a centralizar informações de clientes e parceiros em um ambiente seguro, reduzindo a exposição a ataques. Além disso, oferece recursos de automação que minimizam erros humanos, integra canais de comunicação de forma protegida e permite acompanhar o histórico de interações para identificar comportamentos suspeitos.
Com o Leady, a agência consegue não apenas proteger dados sensíveis, mas também oferecer um atendimento mais ágil e confiável. Isso fortalece a relação com os clientes, que percebem cuidado e segurança em cada etapa da jornada.
Em resumo, as ameaças digitais estão se tornando mais sofisticadas e direcionadas ao setor de turismo. Mas, com práticas de proteção adequadas e o suporte de sistemas inteligentes como o Leady, as agências de viagens podem transformar esse desafio em uma oportunidade para oferecer não apenas experiências inesquecíveis de viagem, mas também a tranquilidade de saber que seus dados estão protegidos.

